domingo, 2 de agosto de 2015

Epigrama do Passado

Calejado, olho para o inicio, vejo o meio procuro o fim
nada faz sentido, fecho os olhos...reflexo partido
distorcido, estilhaçado.
Fim

quinta-feira, 25 de junho de 2015

Caminho sem fim II (Alegria)

Oi, toque a campainha.
Para cada sonho que tiver
Deixe um sorriso
Mas nunca esqueça

De olhar pela janela
E ver as gotas de chuva
caindo como lágrimas
mas nunca se esqueça

De ver o nascer do sol
iluminando tudo
deixando seu calor
mas nunca se esqueça

De acompanhar a lua
em seu caminho gélido
Então deixe-a a ir embora
mas nunca se esqueça

Nunca se esqueça
Da alegria do sorriso
Dos caminhos feitos pela chuva
escorrendo pelo vidro
Do calor do sol
Da alegria de encontrar
E da dor de ir embora

Fim



sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Epigrama do fim

Sentado no meu quarto com uma arma em minha mão
Paro minha vida, olho o relógio e não acho solução


segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Caminho sem fim (Desejo)

Olhe-me
Não me veja
Atravesse-me
Com uma faca cega
de sentimentos frios

Toque-me
Sinta de verdade
O calor emanado
pelo desejo ocultado

Envolva-me
como um manto
de sentimentos quentes

Prove-me
Sinta-se a vontade
diga que sim

caminhe pelo sabor
sem meios
sem arreios
sem pudor
sem fim

Por do Sol

Oh, gigante de brilho singelo
foste embora com o calor do dia
para nos acariciar com a noite
que a todos embala e acolhe

domingo, 18 de janeiro de 2015

Despertar

O sol nasceu
vi seu brilho
o vento correu
senti seu sabor
Estava presente
no brindar os pássaros
no cantar das cigarras
na melodia urbana

Uma rapsódia de tons crus 
Orquestrada por macacos 
hoje vestidos, outrora nus

Desperto.

sábado, 17 de janeiro de 2015

Ode ao amanhecer

Acorde, acorde!!!
Olhe à volta, veja
Sorria, ame, esqueça

Caminhe,
encontre-se no infinito
perca-se em si mesmo

Ame o amanhecer
o eterno recomeço

Agora esqueço
rodopio sem saber
desapareço
trazendo a noite
Oh! doce senhora
sem pudor e sem preço


 
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