sábado, 7 de julho de 2012

Copacabana 120 anos

Para cada grão de areia uma historia a contar
Nesse vasto mar um sonho a começar
Copacabana...
é injusto, apenas te amar


Livro

Sou um livro aberto
com páginas em branco
futuro incerto

Tu me avalias, me estudas
me traduzes
Criaste minha personalidade
me conduziste. 

Sou o reflexo de como me vês
um túnel que nem existe
Uma página virada
um novo recomeço
um passeio na noite estrelada

Assim sou eu...
como me vês...
como dizes que sou...

Um mistério para mim mesmo.


quarta-feira, 4 de julho de 2012

Ode ao Silêncio II

Poemas escondidos por anos de histórias
Canções repetidas, semblantes caídos
Estupefato, pelo passar dos dias úmidos
Perco-me no silêncio do caminhar das horas


terça-feira, 3 de julho de 2012

Ode ao Silêncio I

Posso ver em teus olhos a dor que tu guardas
para me perder em tuas memorias e me afogar
sem chegar a lugar algum, sem dizer nada
na sinfonia escondida ao silêncio de um olhar

Balão Vermelho

Antes gostaria de explicar!!!!
Estava relembrando de uma musica chamada 99 luftballons de uma cantora que gosto muito


Bom agora vamos aos versos que para mim foram um grande momento de reflexão...

Vi no céu azul um balão vermelho
contrasteando com a cor desse céu tão belo.
Balão que voava só, por dentre as nuvens

Nuvens que carregavam sonhos
Sonhos que foram sendo esquecidos
pelas pessoas, pelas crianças, pelos adultos.
Que deixaram esse balão se perder no azul

Pessoas em guerra olharam o balão e por um instante...
Aprenderam a amar...
Pessoas com fome olharam o balão e por um instante...
Voltaram a sonhar...

Cor vermelha no azul do céu
De um novo significado ao grande papel
Tingido no verde da ganancia
explica a cada criança
o valor de um balão
antes que seu belo sorriso
suma em meio a multidão


segunda-feira, 2 de julho de 2012

Razão do viver

Contar-te-ia uma verdade inventada
que seria uma bela piada
sobre a razão do viver

Caminhei pelos caminhos da palavra
De mestre, fiz uma bela jogada
Para não deixar-te sofrer

Mentido sobre a razão dessa vida 
deveras sofrida, fiquei sem saída 
a não ser lagrimas verter

Lágrimas que deixam cicatrizes 
no fundo da minha alma 
cortam como leito de um rio
e removem toda aquela calma
que me faz parar durante horas a fio
para pensar na razão do viver







Epigrama vazio

Vazio, como o rio que secou...
árido, frio, sem vida, sem flor

agora vive apenas da lembrança que deixou
 
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